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Porta do Instituto Lula registra a farsa da democracia brasileira |
Dos Advogados para a Democracia
Neste
4 de março, o país assistiu ao avanço mais antidemocrático e
reacionário registrado nos últimos tempos.
Diante de um cenário hipócrita e miserável
sob o ponto de vista das relações institucionais e de poder
um ex-presidente foi levado a depor coercitivamente pela Polícia
Federal
sem embasamento
legal para tanto. A democracia brasileira assistiu a um sequestro
realizado pelo Estado.
Com
a celebração dos velhos donos do país e da oposição,
tristemente, representada pelo Partido da Imprensa Golpista com tal
ação, o Estado Democrático de Direito foi golpeado fortemente.
É
inadmissível que a lei seja seletiva e processos investigatórios
não possuam qualquer privacidade fazendo nascer promiscuidade entre
o judiciário e a velha e golpista imprensa.
A
presunção de inocência foi deixada de lado e a espetacularização
pejorativa do Estado brasileiro prevaleceu mais uma vez. E tudo com a
conivência e participação não apenas do PIG mas também de setores
entreguistas da elite bem como do próprio governo, dos inocentes úteis e
ignorantes.
O
próximo passo é derrubar a presidenta eleita com os votos de 54
milhões de brasileiros.
Mais
um golpe, como em outros tristes momentos da nossa história, está
definitivamente lançado com as mesmas nefastas características
fascistas.
Tudo
referente à Lula, Dilma e ao Partido dos Trabalhadores é sinônimo
de ódio, preconceito, discriminação e fascismo. Para os golpistas esse pessoal não
pode continuar vencendo eleições no voto democrático!
A
miséria dessa conclusão é que os que fomentam, lutam, gritam,
buzinam, batem panelas e se manifestam pelo golpe não conseguem
enxergar que tal ação se voltará mais cedo ou mais tarde contra o
país inteiro, inclusive eles.
O
rompimento da legalidade não apresenta limites e o Estado passa a
ser de exceção promovendo julgamentos e condenações sem que o
devido processo legal seja respeitado.
Diante
desse fato, os cidadãos conscientes, responsáveis e que tem
compromisso com o futuro do país não podem permanecer inertes. Se
realmente os brasileiros querem acabar com a corrupção é
necessário que se movimentem no sentido de defender a nossa
democracia e o governo legitimamente escolhido pela maioria.
Caso
contrário continuaremos assistindo a nossa nação achincalhada e
desrespeitada pelos próprios brasileiros.
A república não é do Moro e de seus desatinos e ilegalidades. Muito menos de FHC e sua turma com a compra de votos para a reeleição e a privataria tucana; de Aécio com seu "helipóptero" e a pista para pousos e decolagens de aviões construído com dinheiro público em fazenda da sua família; de Alckmin do "trensalão" e da máfia da merenda nas escolas; de Maluf procurado pela Interpol; de Cunha e suas contas offshore na Suíça; e tantos outros nefastos representantes, fatidicamente, eleitos.
A república não é do Moro e de seus desatinos e ilegalidades. Muito menos de FHC e sua turma com a compra de votos para a reeleição e a privataria tucana; de Aécio com seu "helipóptero" e a pista para pousos e decolagens de aviões construído com dinheiro público em fazenda da sua família; de Alckmin do "trensalão" e da máfia da merenda nas escolas; de Maluf procurado pela Interpol; de Cunha e suas contas offshore na Suíça; e tantos outros nefastos representantes, fatidicamente, eleitos.
A
República Federativa do Brasil precisa ser definitivamente dos
brasileiros. A passividade nesse momento poderá fazer com que o país
retroceda socialmente diante das conquistas dos últimos anos.
Partidos
políticos e representantes eleitos não podem ser vistos como times
de futebol sob pena rigorosa da história na vida de todos nós.
Coletivo Advogados para a Democracia
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