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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

"INCENDIO CRIMINOSO NA FAVELA DO MOINHO". LEIA E CONTRIBUA

Do Real Hip Hop

Salve Nação Hip Hop, ” INCENDIO CRIMINOSO NA FAVELA DO MOINHO ‘ pelo relato dos moradores , houve combustão quimica em varios pontos da favela, morreram muitas pessoas, teve mãe que morreu com dois filhos no braço, ja são três não como dois que a imprensa fala,  RECONSTRUIR A FAVELA precisamos de madeiras tijolos, sobras de cconstrução, areia, tijolos, blocos, pregos, geladeiras, televisão, radio, tudo que você tiver disponivel e util pra nos, a favela do moinho fica na rua Elias Chaves n 20 embaixo da ponte da av Rio Branco, antes da Pça Princesa Isabel, a favela tem parecer favoravel em processo de uso capião o PREFEITO KASSAB QUER POBRE, PRETO, CARROCEIRO E FAVELADO FORA DA CIDADE, NAÇÃO HIP HOP AJUDA NOIS AI ” HA PAZ NO SR, Já tão falando em desabamento mentira deles o prédio é muito, mais muito forte, tão querendo derrubá , tudo canalha essa imprensa mentirosa, tá querrendo tirar pobre preto e favelado da cultura da cidade, tirá do centro pelo plano deles de por dinheiro no bolso , atravéz de obras públicas, tudo mentiroso, não aman nóis não.

Vocês viram ? O prefeito Kassab falou que o prédio tava condenado, foi lá e plantou oitocentos Kilos de Dinamite com um custo de treis milhões e meio de reais, E O PRÉDIO NÃO CAIU, que pressa em EXPLODIR E VARRER A CENA DO CRIME, sou morador do MOINHO, e não morreu só dois como essa imprensa mentirosa fala MORRERAM MAIS DE QUARENTA .

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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

DEBATE: A PRIVATARIA TUCANA E O SILÊNCIO DA MÍDIA

Um dos assuntos mais comentados nos últimos dias, o livro “A privataria tucana”, de Amaury Ribeiro Jr, será tema do debate “A Privataria Tucana e o Silêncio da Mídia”, promovido pelo Barão de Itararé, na próxima quarta-feira (21). Além do autor, também estarão presentes Paulo Henrique Amorim, jornalista e blogueiro, e Protógenes Queiroz, deputador autor do pedido da instalação da CPI da Privataria.

Na ocasião, também haverá o coquetel de lançamento do livro e festa de confraternização de fim de ano do Barão de Itararé. O evento acontece no Sindicato dos Bancários de São Paulo (Rua São Bento, 413), a partir das 19h. Para quem não puder comparecer e quiser acompanhar, o site do Sindicato dos Bancários transmite o debate ao vivo.
 
Debate “A Privataria Tucana e o Silêncio da Mídia”

Participantes:
- Amaury Ribeiro Jr., autor do livro “A privataria tucana”
- Paulo Henrique Amorim, jornalista e blogueiro
- Protógenes Queiroz, deputado e autor do pedido da instalação da CPI da Privataria
 
Realização:
- Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé

Apoio:
- Sindicato dos Bancários de São Paulo
Confira a página do evento no Facebook: Debate “A Privataria Tucana e o Silêncio da Mídia” + Coquetel de Lançamento

Contato:
contato@baraodeitarare.org.br
imprensa@baraodeitarare.org.br

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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

ACABOU A CPI DO MST. O PIG PERDEU DE NOVO



Do Blog da Redação do Repórter Brasil

Foi formalmente encerrada a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). A instância criada pelos ruralistas para vasculhar as contas do movimento foi coberta com uma pá de cal no último dia 31 de janeiro, sem que o relatório final fosse submetido à votação dos membros da comissão.

Apresentado pelo deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) em 21 de outubro de 2009, o requerimento que criou a CPMI do MST assim definia seus objetivos: “apurar as causas, condições e responsabilidades relacionadas a desvios e irregularidades verificados em convênios e contratos firmados entre a União e organizações ou entidades de reforma e desenvolvimento agrários, investigar o financiamento clandestino, evasão de recursos para invasão de terras, analisar e diagnosticar a estrutura fundiária agrária brasileira e, em especial, a promoção e execução da reforma agrária”.

Ao longo das 13 reuniões oficiais, foram ouvidas dezenas de pessoas – de integrantes de entidades e associações que desenvolvem atividades no meio rural a membros das mais diversas pastas do Executivo federal, passando por especialistas na questão agrária.  Além das oitivas, o processo contou ainda com apurações paralelas (por meio de requisições de documentos e informação, por exemplo) que constam do plano de trabalho previamente aprovado pela comissão presidida pelo senador Almeida Lima (PMDB-SE).
Cumprido o previsto, o deputado federal Jilmar Tatto (PT-SP) apresentou o relatório final em julho de 2010, no qual frisava a “inexistência de qualquer irregularidade no fato de as entidades [denunciadas pelos idealizadores da CPMI] manterem relações e atenderem público vinculado a movimentos sociais”.  Restava apenas a votação da peça conclusiva na própria comissão. Mas os propositores originais pressionaram com a ameaça de um voto em separado e conseguiram forçar a prorrogação da CPMI por mais seis meses.

Na ocasião, a secretaria nacional do MST divulgou nota em que repudiou a manobra e enquadrou a CPMI como uma tentativa ruralista “para barrar qualquer avanço da reforma agrária, fazer a criminalização dos movimentos sociais, ocupar espaços na mídia e montar um palanque para a campanha eleitoral”. Enquanto isso, o vice-presidente da comissão (Onyx) declarava que, se confirmada a prorrogação dos trabalhos até janeiro de 2011, haveria condições de provar que o governo utilizou dinheiro público para financiar ações do movimento. Um recurso contra o modo como a CPMI ganhou sobrevida foi apresentado pelo senador Eduardo Suplicy (PT-SP), mas a sua colega Kátia Abreu (DEM-TO) tratou de indeferir o pedido na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), já em outubro de 2010.

O prazo da prorrogação chegou ao fim, no final de janeiro, sem que nada mais fosse votado ou discutido. Em tempo: a confirmação do encerramento formal da CPMI do MST surge no bojo do anúncio da decisão unânime da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), que determinou o trancamento do processo instaurado contra integrantes do MST, acusados da prática de crimes durante a ocupação da Fazenda Santo Henrique/Sucocitrico Cutrale entre agosto e setembro de 2009, mesma época em que foi articulada a ofensiva contra os sem-terra que veio a dar origem à comissão.

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