Faça Amor não faça Serra
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domingo, 28 de outubro de 2012
FRASE DO DIA
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Rodrigo Sérvulo da Cunha
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sábado, 8 de setembro de 2012
O PROTESTO DA GELEIA GERAL

‘Viúvas de 64′ e anarquistas se unem em protesto contra a corrupção
Da Carta Capital
Sobrou para todo mundo. De Lula a Kassab, de Serra a Tiririca.
Ninguém foi poupado no protesto contra a corrupção na Avenida Paulista
nesse 7 de setembro. A manifestação juntou cerca de mil pessoas, segundo
dados da Polícia Militar. Os participantes eram ainda mais diversos que
seu alvos, incluindo punks, apoiadores da ditadura, estudantes
colegiais e idosos que acompanham o noticiário político.Na frente do protesto, um pequeno carro de som de um grupo de Facebook chamado Revoltados Online puxava parte das pessoas com gritos como “Dirceu, guerreiro, do povo mensaleiro”. Diziam ser apartidários e ter pago o carro do próprio bolso.
Entre os membros do Revoltados Online está Bruno Toscano, um piloto de avião que diz votar nulo todos os anos vestido com um nariz de palhaço. Como todas as pessoas no lugar, Toscano se dizia “contra a corrupção” e que a “melhora da política virá moralizando a política”. Mas como moralizá-la, exatamente? “Com a volta dos militares ao poder. O que eu sustento é que eles cheguem ao poder, tirem essas pessoas, esses corruptos, e criem um governo paralelo”.
Do outro lado, alguns punks anarquistas tentavam segurar seus pares para que não chegassem perto do carro de som. “Ali é todo mundo de partido político. Com carro de som não tem protesto, só tem propaganda. Punks, fiquem conosco, vamos juntos, sem arranjar treta”, dizia Gustavo Ferreira, de 18 anos, que se identificou como militante do Movimento Passe Livre. Em resposta, seus pares gritavam “tem punk aí” com os punhos levantados.
Mas os apelos de Ferreira não adiantaram nada e todos ficaram juntos. Punks cercaram o carro de som e começaram gritar. “Tem candidato a vereador aí no meio. Caiam fora”. Enquanto isso, Toscano gritava “vão estudar, seus alienados”. Houve um princípio de confusão e a polícia fez um cordão de isolamento entre os dois grupos.
Mais tarde, Toscano disse não ter problema com os punks e tentou explicar as ofensas. “Eles estão só aprisionados em gulags mentais por causa de professores esquerdistas plantados em universidade federais para que todos tivessem medo de militares”, resumiu.
A confusão foi diminuindo ao longo do protesto. A maioria das pessoas que seguiam o carro de boa vontade não faziam ideia do viés autoritário de quem os puxava. Cantavam junto com eles gritos inofensivos como “político, ladrão, seu lugar é na prisão”.
Quando a passeata havia acabado, um jovem gritava ao microfone tentando resumir o que era o protesto, para quem ainda não tinha entendido. “Eu queria lembrar que estamos aqui protestando contra a impunidade, a corrupção, e os Illuminati”, referindo-se à sociedade secreta que teria influência sobre todo o mundo.
No final, todos pareciam unidos em torno da causa, seja lá qual fosse ela. Após cerca de vinte punks serem revirados pela polícia e terem facas apreendidas, eles se juntaram ao resto do povo e começaram a seguir a canção “eu, sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor”.
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Rodrigo Sérvulo da Cunha
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terça-feira, 4 de setembro de 2012
SERRA DESATIVOU PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE INCÊNDIOS
Da Rede Brasil Atual
São Paulo – Um projeto implantado durante a gestão da Marta Suplicy (PT) na cidade de São Paulo conseguiu, nos seus dois anos de atividade, controlar todos os focos de fogo em favelas antes que se tornassem grandes incêndios. A ideia se mostrou tão eficiente como simples: equipar algumas casas com extintores e treinar moradores para acabar com as chamas antes que se propagassem para moradias vizinhas. Apesar do custo reduzido e do sucesso nas ações, ele foi extinto por José Serra (PSDB) em 2005, quando assumiu a prefeitura. Sucessor do tucano, Gilberto Kassab (PSD) teve a chance de reativar o trabalho depois que um projeto de lei foi aprovado pela Câmara Municipal em 2009, mas não tocou a ideia adiante.
“O problema dos incêndios em favelas já foi solucionado. É só a prefeitura querer continuar o que já deu certo”, afirma o técnico do laboratório de segurança ao fogo do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), Jose Carlos Tomina, que foi responsável pela metodologia do chamado Programa de Segurança Contra Incêndio, implantado em parceira com a prefeitura e com empresas de equipamentos de proteção contra fogo.
O projeto foi implantado nas favelas Vila Dalva, na zona oeste, Maria Cursi, na zona leste, Jardim Jaqueline, na zona oeste, Cabuçu, na zona norte, Viela da Paz, na zona sul e o Cortiço da Rua Sólon, no centro. Em cada uma, 50 moradores foram treinados para atuarem como brigadistas e cada um deles recebeu dois extintores de incêndio polivalentes, capazes de apagar fogo de qualquer natureza.
“Os bombeiros são muito importantes, mas quando eles chegam o fogo já destruiu muito. Os brigadistas impedem que o fogo se espalhe por já estarem na comunidade e agirem rapidamente”, conta Tomina. Segundo ele, os brigadistas apagaram mais de 100 incêndios e conseguiram controlar todas as ocorrências antes que tomassem grandes proporções. “É muito barato. Precisamos apenas do equipamento de segurança para os brigadistas e dos extintores. Isso é muito menos frente os gastos que se tem para atender os desabrigados de grandes incêndios”.
Nos últimos cinco anos, o Corpo de Bombeiros contabiliza 530 incêndios em favelas, e boa parte das ocorrências registradas este ano ainda não entrou no cálculo. O tema chamou tanto a atenção que a Câmara Municipal abriu uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para apurar a possibilidade de se tratar de uma atuação criminosa. Dominada pela base do prefeito Gilberto Kassab (PSD), porém, a CPI não realizou qualquer investigação até agora. Após mais quatro incêndios em duas semanas, o colegiado finalmente nomeou vice-presidente e relator, e montou um calendário de reuniões.
“Mesmo assim, a nova gestão [do ex-prefeito de São Paulo, José Serra] não tocou o projeto, sem dar justificativa. Já tínhamos tudo pronto, inclusive profissionais treinados, era só continuar”, conta. A Rede Brasil Atual procurou a prefeitura para questionar por que o programa foi interrompido e não obteve resposta. O coordenador-geral da Defesa Civil, coronel Jair Paca de Lima, que assumiu o cargo em 2005, primeiro ano do mandato do tucano, afirmou que não tem conhecimento sobre o programa anterior.
Retomada
Em 2009, o vereador Celso Janete (PTB) apresentou um projeto de lei para a implantação de um novo programa de prevenção a incêndios em favelas, que foi aprovado em plenário. Quase um ano depois, o prefeito Gilberto Kassab, então do Democratas, firmou um decreto que criou o Programa de Prevenção Incêndios em Assentamentos Precários (Previn).“Quando fiquei sabendo que seria lançado um programa nos moldes do anterior procurei a coordenadoria das subprefeituras e me dispus a ajudá-los a montar o projeto, com o know-how que eu já possuía. Nunca recebi um retorno”, conta Tomina.
Semelhante à ação da gestão Marta, o programa, implantado em 2010, prevê nomeação de um zelador comunitário, instalação de hidrantes e retirada de “gatos” de energia. A Rede Brasil Atual solicitou informações sobre o andamento do programa a Secretaria das Subprefeituras, responsável pela ação, mas não obteve resposta. No Orçamento de 2011, o projeto chegou a receber dotação orçamentária de R$ 1 milhão, mas, segundo as planilhas disponíveis, nada foi efetivamente investido. Neste ano, novamente o montante executado foi nulo.
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Rodrigo Sérvulo da Cunha
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domingo, 8 de maio de 2011
VÍDEO PEDAGÓGICO: DE QUE LADO CADA UM SAMBA
Na histórica semana em que o STF reconheceu o direito à união homossexual dando à sociedade brasileira um importante salto no tocante ao respeito aos direitos humanos é importante rever a opinião sobre o tema, no vídeo abaixo, do candidato derrotado na última eleição presidencial (e eterno candidato a tudo. Se você mora em condomínio, cuidado! Ele pode querer ser candidato a síndico).
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Rodrigo Sérvulo da Cunha
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segunda-feira, 2 de maio de 2011
VÍDEO PEDAGÓGICO: DE QUE LADO CADA UM SAMBA
Nunca é demais relembrar o passado para termos a real noção de que lado as pessoas estão. O vídeo abaixo mostra Boçalnaro (Aquele mesmo que discrimina negros e homossexuais) apoiando o tucanato na última eleição presidencial.
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Rodrigo Sérvulo da Cunha
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quarta-feira, 2 de março de 2011
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Rodrigo Sérvulo da Cunha
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sábado, 6 de novembro de 2010
POR QUE NÃO TE CALAS, DERROTADO?

Serra critica governo Lula e é interrompido por manifestante em palestra na França
DA EFE
O candidato derrotado à Presidência, José Serra (PSDB), acusou o presidente Lula de desindustrializar o país e adotar um "populismo" de direita em matéria econômica. O comentário do tucano foi feito ontem durante um seminário em Biarritz, sul da França, sobre as relações entre a América Latina e União Europeia. O ex-governador de São Paulo afirmou que o país está "fechado para o exterior" porque passa por um "processo claro de desindustrialização". Ele criticou os investimentos do governo federal e a alta carga tributária do país.
"É um governo populista de direita na área econômica", atacou Serra. Para o tucano, o presidente Lula exerce um "populismo cambial" e não tem um modelo econômico definido. Segundo Serra, ele não pôde expor essas ideias do jeito que gostaria durante a campanha eleitoral, na qual foi derrotado pela candidata governista, Dilma Rousseff (PT).
"A democracia não é apenas ganhar as eleições, é governar democraticamente", disse.
O sistema de orçamento participativo, uma das marcas das administrações municipais do PT, na qual o contribuinte decide sobre a destinação de parte dos impostos, também foi criticado pelo candidato derrotado.
Serra também comentou as ações brasileiras na política externa. Ele acusou o país de se "unir a ditaduras como o Irã". Nesse momento, o tucano foi interrompido por um membro da Fundação Zapata, do México, que gritou "por que não te calas?", provocando um alvoroço na sala.
A frase se tornou conhecida depois de o rei Juan Carlos, da Espanha, dirigi-la ao presidente da Venezuela, Hugo Chávez, durante a Cúpula do Chile, em 2008.
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Rodrigo Sérvulo da Cunha
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