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sábado, 4 de outubro de 2014

FALTAM ÁGUA E VERGONHA NA CARA

Na última sexta-feira (3/10), o governador de São Paulo Geraldo Alckmin foi traído pela sua própria hipocrisia. 

 

Seguindo a tradição de sair às ruas, conversar e fotografar com o povo apenas nos momentos de eleição, posou para mais uma foto a pedido de um grupo de estudantes, certo de que eram suas eleitoras, foi surpreendido com uma manifestação contra ele.

 

No momento do registro da imagem, uma delas sacou do bolso uma folha de papel com os dizeres "Cadê a água?" e quando Alckmin percebeu já era tarde.

 

O governador mais uma vez mente (relembre apenas uma das mentiras desse cidadão) e reafirma que é o herdeiro no campo da representatividade política em São Paulo de figuras nefastas como Adhemar de Barros e Paulo Maluf que sempre tiveram a mentira como uma de suas mais importantes pautas.

 

Isso porque vários bairros da cidade de São Paulo, periferia e cidades do interior há tempos passam pelo racionamento devido à falta de água que o tucano chegou a afirmar mais de uma vez, mentirosamente e desavergonhadamente, em entrevistas e debates que esse problema não existe.

 

Por essa e tantas outras situações indignas que continuam ocorrendo durante esses mais de 20 anos de desgoverno tucano posso afirmar que o "picolé de chuchu" e sua "tchurma" jamais terão o meu voto.

 

Não podemos abrir mão da nossa dignidade! Lutemos sempre por ela! Demagogos não passarão!


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

O COTIDIANO DO PIG

O Partido a Imprensa Golpista (PIG) continua firme praticando o jornalismo de esgoto. De forma direta ou indireta, os membros do citado grupo que configura o oligopólio midiático criminoso existente no Brasil, agem de acordo com os seus podres interesses.

O "erro" da vez que chamou a atenção ocorreu no jornal Metro do grupo Bandeirantes. A manchete anuncia a falta de professores nas escolas da rede estadual de São Paulo e a foto que ilustra a matéria é a do prefeito Haddad.

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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

PIG: QUEM NÃO TE CONHECE QUE TE COMPRE

 


O segundo turno na capital paulista está definido e a disputa ocorrerá entre os candidatos Fernando Haddad (PT) e José Serra (PSDB) como já previam os tracking's (pesquisas internas da campanha petista) há dias e o PIG insistia na sua lógica de manipular a opinião pública.

Como sempre ocorre, os velhos meios de comunicação e suas "pesquisas" apontam resultados de acordo com os interesses do candidato (amigo) por eles escolhido e dessa vez não foi diferente.

Sem qualquer compromisso com os fatos e consequentemente com a democracia brasileira, o instituto Datafolha (ou seria DataSerra ou Datafalha?) e o Ibope, sempre apontaram, estranhamente, o candidato Haddad (inimigo para o PIG)  na terceira colocação e fora do segundo turno. Enquanto o último afirmou no dia da eleição empate entre três candidatos (colocando a possibilidade de Russomano ir ao segundo turno, o que nem de longe os números reais mostravam que poderia ocorrer), o da famiglia Frias foi além, dando 28% dos votos para Serra, 27% para Russomanno e 21% para Haddad. E assim que as urnas foram abertas os verdadeiros números surgiram. Dois absurdos cabíveis de investigação. Por não se tratar de uma primeira vez, é impossível não reconhecer má-fé por parte desses institutos de pesquisas que tem consciência de que os números que apresentam interferem na decisão do eleitorado.

Agora, o paulistano tem apenas duas opções para escolher o próximo prefeito mas não pode se deixar enganar pela mídia mafiosa existente em nosso país.

Fim ao PIG! Regulamentação já!

domingo, 26 de agosto de 2012

PIG: IGNORÂNCIA, ALIENAÇÃO E CRIME

 

CQC falha na tentativa de flagrar um Pedófilo e acaba cometendo um crime

Programa comandado pelo jornalista Marcelo Tas na TV Bandeirantes tenta caçar pedófilos na Internet, mas acaba revelando total desconhecimento sobre o assunto. Utilizando-se do abominado recurso do flagrante preparado, o CQC acusou falsamente um cidadão de ser pedófilo. E nesta tentativa de expor um criminoso, acabou cometendo um crime.
Na noite da última segunda, dia 20 de agosto, o programa CQC da Rede Bandeirantes exibiu uma reportagem onde imita o infame "To Catch a Predator" da NBC americana, controverso programa criticado por preparar flagrantes no intuito de expor pedófilos, responsável por um suicídio e processado em 105 milhões de dólares. A matéria do humorístico pseudo-jornalístico comandado por Marcelo Tas pode ser conferida no site da Rede Bandeirantes, ou no vídeo abaixo:

O termo "pedofilia" foi amplamente utilizado na reportagem do CQC, e o cidadão atraído pela armadilha preparada pela repórter Mônica Iozzi foi diversas vezes chamados de "pedófilo", não só na reportagem como também nas chamadas promocionais e contas dos membros do CQC nas redes sociais. Porém, um pequeno detalhe chama a atenção: a conduta retratada não é a da pedofilia. Pode soar estranho, mas pedofilia não é crime, crime é abuso sexual infantil. Pedofilia é uma doença, uma parafilia bem definida pela Organização Mundial da Saúde, que consiste na atração sexual por crianças, indivíduos pré-púberes. E a personagem criada pelo CQC não era uma criança, e sim uma garota de 14 anos completos. A ONG Safernet esclarece: 
"Pedofilia é um transtorno da personalidade, mais precisamente uma parafilia. No DSM-IV (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders), a classificação dos transtornos mentais feitas pela Associação Americana de Psiquiatria, a Pedofilia é caracterizada quando os indivíduos apresentam os seguintes aspectos: 
Critérios Diagnósticos para F65.4 302.2 - Pedofilia - DSM IV 
A. Ao longo de um período mínimo de 6 meses, fantasias sexualmente excitantes recorrentes e intensas, impulsos sexuais ou comportamentos envolvendo atividade sexual com uma (ou mais de uma) criança pré-púbere (geralmente com 13 anos ou menos)
B. As fantasias, impulsos sexuais ou comportamentos causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo. 
C. O indivíduo tem no mínimo 16 anos e é pelo menos 5 anos mais velho que a criança ou crianças no Critério A. 
Tampouco o ato de assediar pela internet um indivíduo de 14 anos é crime, conforme o mesmo esclarecimento da ONG Safernet enviado ao Roteiro de Cinema:
"Note-se que só haverá crime se a vítima for criança, ou seja: qualquer ser humano entre zero e 12 anos incompletos.  No caso da reportagem do CQC, a atriz que fez o papel da suposta vítima dizia ter 14 anos, o que, de acordo com a lei brasileira, não haverá crime desde que o contato através da Internet não envolva a produção, troca, filmagem, fotografia de cenas pornográficas ou de sexo explícito."
Chamada da matéria no site da Bandeirantes.
Uso equivocado do tema pedofilia para alavancar audiência.
Este é primeiro grande equívoco da reportagem. A atração sexual por uma garota de 14 anos não é pedofilia. Este fenômeno é conhecido como Efebofilia e não é classificada como parafilia pelos organismos médicos. Mas o segundo equívoco é ainda mais grave. A reportagem afirma que o fato do cidadão ter marcado um encontro com um garota de 14 anos é crime. Todo o flagrante da reportagem é baseado na falsa premissa de que um adulto fazer sexo consensual com um garota de 14 anos seria um crime. Não é. De acordo com o Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente do Paraná, a presunção de violência   é aplicada apenas para menores de 14 anos. Ou seja: sexo consensual com indivíduos com 14 anos completos - a idade da personagem criada pelo programa - não é crime tipificado pelo Código Penal:
"Estupro de Vulnerável: Art. 217-A. Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 (catorze) anos: Pena - reclusão, de 8 (oito) a 15 (quinze) anos."
Pedobear como novo integrante do CQC.
Montagem por Thiago Fernandes (@xthiii)
A realidade então é que o "pedófilo" flagrado pela reportagem não é um pedófilo e nem estava cometendo crime algum. E ao acusar um cidadão publicamente e em rede nacional de estar cometendo um crime inexistente, os responsáveis pela reportagem do CQC é que cometem crime de Calúnia, além de crimes de Injúria e de Difamação ao tratá-lo como "pedófilo", chegando ao absurdo de incitarem violência contra ele. Ao tentar flagrar um criminoso, desinformados e apenas interessados na audiência que o sensacionalismo proporciona, quem cometeu um crime foram os responsáveis pela produção e exibição da matéria. E numa análise mais abrangente, todos que publicamente endossaram as acusações da emissora. O desrespeito aos direitos fundamentais do cidadão pela emissora podem incorrer também no descumprimento da Constituição Federal em seu artigo 221, o que - somado aos outros diversos exemplos documentados de desvios éticos da emissora - poderia acarretar no cancelamento ou na não-renovação da concessão do serviço público de radiodifusão da TV Bandeirantes.
A TV Bandeirantes tem um dos piores currículos em matéria de conduta antiética entre as emissoras brasileiras. Na Bahia o Ministério Público propôs ação requerendo que "a emissora deixe de exibir, em seus programas jornalísticos, entrevistas e imagens que atentam contra a dignidade humana". Foi da Band Bahia que saiu o infame caso da repórter Mirella Cunha, que debochou de um preso em rede nacional.
Band diz que Mirella  feriu o código de ética do jornalismo da emissora.
Mas existe mesmo esse tal código? A Band silencia sobre o assunto.
A indignação nas redes sociais contra o comportamento da repórter Mirella Cunha gerou uma inédita reação do departamento de Jornalismo da Band comandado por Fernando Mitre. Em nota, a Bandeirantes afirmou que iria "tomar todas as medidas disciplinares necessárias" e que a "postura da repórter fere o código de ética do jornalismo da emissora”. Porém, a própria nota demonstra a falta de ética da emissora. Ao contrário do que afirma a nota, a Band não possui um Código de Ética próprio para ser ferido. Diversos profissionais que trabalham ou trabalharam na Band afirmaram desconhecer tal documento, incluindo o repórter do CQC Mau Meirelles. Desde o dia 23 de Maio, ou seja há três meses, cobro da Assessoria da Band um esclarecimento sobre o tal "Código de Ética do jornalismo da emissora" mencionado na nota, porém, nunca responderam uma simples pergunta: existe mesmo um código de ética da Band? Também nunca esclareceram se o CQC, que afirma praticar jornalismo em uma campanha para justificar a autorização de gravar dentro do Senado Federal, está obrigado a cumprir este ou qualquer outro Código de Ética jornalística.
Independente dos erros factuais e do caráter calunioso e difamador da matéria do CQC sobre a suposta pedofilia, outra questão alarmante é a do uso do Flagrante Preparado na reportagem, recurso abominado pelo processo penal brasileiro e pela ética jornalística em geral, sobre o qual já discuti em um artigo relatando esta prática pelo Jornal Hoje. Prepara-se um cenário irreal para induzir alguém a cometer um crime somente para pegar a pessoa em flagrante, na tentativa de criar um crime onde não haveria. Um crime impossível. Nem a polícia pode usar este tipo de artifício, quanto mais a imprensa.

Apresentador do CQC chama cidadão de "FDP PEDÓFILO" e diz que
para matéria ter ficado perfeita só faltou ele levar uma surra.
Algumas pessoas comentaram que apesar do sensacionalismo, dos erros factuais e da desonestidade jornalística, o saldo da matéria seria positivo, pois alertaria os pais para o riscos a que seus filhos estão expostos na internet, e que inibiria pedófilos por medo de serem flagrados. Acredito que a conclusão não poderia estar mais longe da verdade. A reportagem apenas desinforma e promove paranoia com internet.

Os dados sobre abuso sexual mostram que abusadores são normalmente pessoas conhecidas da família, muito frequentemente parentes das vítimas, então o risco maior não está na internet. Poderia dizer que é mais arriscado mandar seu filho comprar alguma coisa em uma mercearia do que deixar a solta numa sala de bate papo. Os riscos na internet existem, obviamente, mas não são os retratados na reportagem. Crianças e adolescentes não convidam gordinhos da internet para tirarem sua virgindade. Se quiserem se iniciar sexualmente por vontade própria, o farão com um vizinho, um conhecido, não com um estranho. O maior risco, pela natureza da web, não é o aliciamento para sexo, e sim o de ser vitima de pornografia infantil. Porém, existem sim círculos que aliciam menores na internet, em grande parte jovens homossexuais reprimidos pela família, que vêem na rede a única maneira de encontrar um parceiro, uma voz que lhe entenda, e com a confiança conquistada, viram presas para exploradores sexuais. E esses exploradores, sinto informar, não se intimidam com reportagens do CQC. São aliciadores profissionais a serviço do crime organizado que suprem o mercado de prostituição e pornografia infantil no Brasil e no exterior.
Há ainda uma tese muito popular nas redes sociais de que essa matéria do CQC não passaria de uma grande encenação, e que o cidadão acusado falsamente de ser pedófilo seria um ator contratado. O fato do programa não ter reportado o caso para a polícia (praxe em reportagens que supostamente envolvem prática de crime) é um indício  forte de que isso pode ser verdade. Mas não há como confirmar este fato. A esta altura não sei o que seria pior: o CQC ter armado uma farsa para ludibriar o seu público em busca de audiência, ou, na mesma busca pela audiência, ter cometido crimes contra um cidadão inocente.
Procurada pelo Roteiro de Cinema a TV Bandeirantes, como de costume, não comentou o caso.

UPDATE 24/08/14h00: Alguns leitores contestam a tese de que tenha havido crime de Calúnia, por não ter sido citada nenhuma conduta tipificada como crime, mas confirmam a tese de que claramente ocorreram os crimes de Difamação e Injúria por parte dos responsáveis pela reportagem. Porém, eu sustento ainda a tese que além dos crimes claros de Injúria e Difamação, incorreram também no crime de Calúnia, pois Marcelo Tas diz claramente que atraíram "um desses caras" que "ficam procurando" e "atraindo crianças e pré-adolescentes", o que é crime de acordo com o 241-D da Lei 11.829/08. Em todo caso, esse debate é somente para definir se foram cometidos um, dois ou três crimes durante a reportagem. O de Injúria é praticamente irrefutável. Mais detalhes nos comentários.

UPDATE 24/08/16h30: Ao invés de corrigir os erros e se retratar, a Band resolveu justificar a reportagem equivocada em uma matéria em seu site. O lead da matéria de Gabriella Marini é: "Promotor afirma que a reportagem do CQC sobre pedófilos ajuda a aumentar as discussões sobre órgãos de controle na internet", citando o promotor Luiz Alberto Segalla Bevilacqua. Liguei para o promotor ele nega ter feito qualquer juízo de valor sobre a matéria ou ter dito que ela "ajuda em algo". Diz que só esclareceu dúvidas técnicas para a repórter.

UPDATE 26/08/16h30: Na reprise do CQC, exibida na madrugada de hoje, a Band cortou (de maneira brusca e tosca) os três segmentos da reportagem e as referências a ela feitas pelos apresentadores da bancada. É um bom sinal, mas não o suficiente para corrigir o erro.
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PS: Ao confrontar a repórter Mônica Iozzi com as informações que transcrevo aqui, ela, ao invés de me responder, me bloqueou no Twitter. Então ficaria muito feliz se vocês enviassem este artigo para ela: @Srta_Iozzi
Mandem o artigo e cobrem resposta do Marcelo Tas também: @marcelotas

Mandem o artigo e cobrem respostas também de quem patrocina o programa:
@PepsiBr @ClaroRonaldo @Trident_Brasil @KaiserBrasil
A íntegra da mensagem da ONG Safernet sobre o programa pode ser lida aqui:
Uma crítica do jornalista Mauricio Stycer sobre o uso do recurso do Flagrante Preparado na reportagem pode ser lida aqui.

Texto antigo da amiga advogada Aline que mostra que o CQC é reincidente em retratar equivocadamente a pedofilia pode ser lido aqui.

Denunciem casos de abuso, violência ou exploração infantil pelo disque 100.

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quarta-feira, 11 de abril de 2012

BOATOS CONTRA CHAVEZ AGORA PARTEM DO PIG





Do Escrivinhador

Nessa quarta-feira, 11 de abril, faz dez anos que a direita venezuelana, com apoio dos EUA, tentou derrubar Hugo Chavez. Foi um golpe – é sempre bom lembrar – com ampla participação midiática, como mostrou o documentário “A Revolução Não Será Televisionada”.
E a guerra continua.

Serviços de inteligência do governo venezuelano notaram, nos últimos meses, uma mudança significativa nas ondas de boato a serviço da oposição: as especulações contra Chavez, agora, já não partem de Miami ou de Madrid, como era o mais comum ao longo dos últimos dez anos. Não. Agora, o foco tem sido o Brasil.

De que forma isso acontece? Normalmente, meios de comunicação brasileiros citam “fontes” importantes na Venezuela para embasar “reportagens” ou “comentários” – que depois acabam reproduzidos pela imprensa e pelas redes sociais oposicionistas venezuelanas. É um jogo de vai e volta muito bem montado.
Na semana passada, tivemos mais um exemplo. Às vésperas do feriado de Páscoa, meios de comunicação brasileiros deram a notícia “bombástica”: Chavez viria fazer tratamento contra o câncer no Brasil, mais especificamente no Hospital Sirio-Libanes.

Aqui, a “reportagem” do G1/Globo.

Reparemos em dois detalhes.

1) A fonte primária do G1 era o blogueiro venezuelano Nelson Bocaranda. Quem é ele? Se o leitor tiver curiosidade, pode acessar o twitter @nelsonbocaranda. Mas vale lembrar: reportagem do Wall Street Journal (jornal dos EUA) diz que Bocaranda deve ser leitura obrigatória pra quem vai “investir” na Venezuela.
Hum…
Ele recebe a chancela da imprensa dos EUA. Torna-se assim fonte “confiável” e “obrigatória”. Voltaremos a isso logo adiante…

2) No quarto parágrafo do texto do G1/Globo, aparece a informação de que a notícia sobre a vinda de Chavez ao Brasil havia sido “antecipada” por um personagem bem conhecido dos leitores brasileiros: ”a provável visita de Chávez já havia sido antecipada na véspera pelo jornalista Merval Pereira em seu blog no site do jornal “O Globo”, no qual ele inclusive cita comentários de Bocaranda.” 
Vamos retomar o fio da meada. Bocaranda é fonte “obrigatória”, chancelada pela imprensa dos EUA. Bocaranda diz que Chavez prepara-se para tratamento no Brasil. É uma forma de gerar incerteza e abastecer a oposição com boatos sobre a saúde do presidente. Quem “repercute” a informação de Bocaranda? Não a imprensa dos EUA (muito “manjada”). Mas o imortal Merval Pereira.

A notícia publicada em “jornais brasileiros” tem mais efeito (para uso na Venezuela) do que se saísse em jornais dos EUA.  O Brasil não é visto como “inimigo”, mas como um país “amigo” da Venezuela. A população local não conhece as nuances da imprensa brasileira, nem a história de alinhamento com os EUA de “O Globo”, “Veja” e outros…

Ora, mas Merval apenas fez o serviço que se espera de um jornalista, certo? Deu informação…
Não é assim, por um pequeno detalhe. Chavez não veio se tratar no Brasil. Os fatos desmentiram Bocaranda e Merval. Na Páscoa, como previsto, Chavez seguiu para mais uma sessão de radioterapia em Cuba. Merval e “O Globo” fizeram o que? Nada. Não registraram o erro na informação. O objetivo, parece, não era informar – mas gerar boato pra ser usado na campanha eleitoral da Venezuela.

Aparentemente, isso não tem dado resultado.
As últimas pesquisas mostram Chavez com cerca de 57% dos votos, contra cerca de 33% para o candidato da oposição, Radonsky Capriles.
Sobre o caso específico, vale ressaltar: Chavez teria mesmo conversado com Lula, que sugeriu a possibilidade de um tratamento em São Paulo. Chavez agradeceu e ficou de pensar. Partiu para Cuba. A oposição usou uma meia-verdade para disseminar a dúvida.

Vale dizer – tambem – que a falta de informação, por parte dos chavistas, ajuda a alimentar os boatos.
Sobre Capriles, alguns fatos curiosos:

- na juventude, ele teria sido próximo à TFP (organização católica de extrema-direita), mas na atual campanha tenta se mostrar como um “social-democrata” moderado, que se inspira em… Lula!;
- no golpe de 2002 contra Chavez, Capriles esteve no grupo que cercou a Embaixada cubana em Caracas, numa clara afronta à legalidade internacional;
- Capriles vem de uma família muito rica; na tentativa de se popularizar, dizem os chavistas, teria se submetido até a sessões de “bronzemanto artificial”, para parecer mais moreno.
E mais um dado curioso a registrar: os marqueteiros de Capriles são brasileiros. Trabalhavam no Rio, na assessoria de comunicação de Sergio Cabral. Mantem ótimo trânsito com “O Globo”.

A campanha de Capriles, ao que tudo indica, vai testar as mesmas técnicas que já foram usadas por Serra na última campanha brasileira: parceria com a grande mídia antichavista (abastecida com “notícias, em parte, geradas pela mídia brasileira, como vimos no exemplo acima) e onda de boatos disseminada pelas redes sociais.

Por último, vale dizer que a turma de Capriles e da direita venezuelana parece bem articulada inclusive aqui nas redes sociais do Brasil. Fiz um teste. Publiquei um video – bastante crítico – sobre Capriles no blog. Em poucos minutos, recebi comentários (no blog e no twitter) de gente defendendo Capriles e me acusando de apoiar um “ditador” esquerdista. Parecia uma esquema profissional.
A batalha será duríssima na Venezuela. E é estratégica pra toda America Latina. Não custa lembrar que foi com a vitória de Chavez, em 98, que se iniciou a “virada” à esquerda que depois avançaria para Argentina, Brasil, Bolívia, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai.

A direita – com apoio dos EUA e do conservadorismo brasileiro – sabe o que está em jogo na eleição de outubro de 2012.

A esquerda também sabe. Vamos acompanhar a “guerra de Caracas” com muita atenção. Até porque algumas batalhas, pelo visto, passam pelas redações da imprensa brasileira.

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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

A REDE GLOBO MENTE



Há mais de 50 anos, Cuba vive sob o regime socialista, ou comunista, por que só agora o Jornal Nacional dedica uma semana para tratar do assunto? Em 45 anos de Rede Globo, poderíamos contar os raros minutos destinados à cobertura sobre a Ilha socialista, que, em 1961, sob uma campanha nacional envolvendo universitários voluntários, erradicou o analfabetismo de sua história, como também a desnutrição, o trabalho infantil, o trabalho escravo, dentre outras conquistas, que lhe dão lastro para ser bem avaliada na questão dos direitos humanos pela ONU (é só conferir aqui).

Notícias dignas para divulgar são muitas: a Ilha socialista já produz vacina (entre tantas outras) terapêutica para tratamento do câncer de pulmão; a cada ano vem melhorando sua posição no ranking dos países no que diz respeito ao Índice de Desenvolvimento Humano; foi pioneira em várias áreas, inclusive, a primeira mulher aviadora foi cubana; a 33ª versão do Festival de Cinema Latino-Americano de Havana, que acontece anualmente em Cuba, premiou o ator Rodrigo Santoro, no domingo, dia 11, como melhor ator por sua atuação em Heleno, do diretor José Henrique Fonseca sobre a vida de Heleno de Freitas, famoso jogador brasileiro.

Também é estranho que o Jornal Nacional insista em não reconhecer as eleições cubanas, realizadas e constitucionalmente garantidas, de cinco em cinco anos. Nestas eleições, são escolhidos os deputados da Assembleia Nacional Popular, cuja representatividade é indiscutível, uma vez que o processo eleitoral começa pela escolha de um representante por bairro, municipalidade, província, numa verdadeira democracia participativa. Qual cidade brasileira pode se orgulhar de ter representado em sua Câmara de Vereadores, cada bairro que compõem o município?

E mais: que as eleições são financiadas por recursos públicos e que um deputado ganha o salário de sua categoria e não o salário que ele acha que deve ganhar.

Recentemente, a apresentadora Ana Maria Braga recebeu em seu programa o representante do consulado norte-americano para ensinar uma receita de peru. Fica aqui a sugestão para a Ana Maria Braga, que também foi vítima de um câncer e tem a noção do que isto significa: que convide o cônsul ou embaixador de Cuba no Brasil, para falar dos avanços científicos no campo da oncologia em seu país e quanta gente poderia ser ajudada, pelo premiado sistema de saúde em Cuba...

Um país que há mais de 50 anos erradicou a praga do analfabetismo e por constituição define que cada cubano tem o dever e o direito de não ser um analfabeto científico, e que recentemente realizou um congresso de seu partido comunista para discutir com toda a população as mudanças necessárias, nunca deveria ser cunhado de ditatorial!

Se tempo no poder é sinômimo de ditatura, e não de reconhecimento e fidelidade, por que a Rede Globo ostenta com orgulho seus 45 anos de concessão pública nas mãos da família de Roberto Marinho?


Clique aqui para ler “Contra fatos, não há argumentos: 28 dados sobre Cuba”

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terça-feira, 8 de novembro de 2011

ONDE ESTÃO OS VÂNDALOS?



Na manhã de hoje a tropa de choque do governador tucano Geraldo Alckmin invadiu a USP para cumprir ordem judicial de despejo daqueles alunos que ocupavam a reitoria. As imagens mostradas pelo PIG faz com que seja possível nos perguntarmos se ainda estamos sob um regime militar. Um verdadeiro absurdo!

Como se isso não bastasse, o oligopólio midiático, como sempre, cumpriu a sua sórdida participação julgando histericamente e irresponsavelmente a situação afirmando que os estudantes são "maconheiros", "vândalos", “indigentes mimados” entre outras aberrações.

Colunistas (ou seriam calunistas?) do PIG fomentavam a histeria preconceituosa em defesa da "tradição, família e propriedade". Um verdadeiro espetáculo de conservadorismo e ódio.

Nenhum desses senhores feudais da comunicação brasileira foi capaz de divulgar a nota oficial da Congregação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (que publico abaixo) para que fosse possível à sociedade verificar os fatos e não a simulação de fatos como esses senhores estão acostumados a fazer.

Ao ler a nota fica claro de que lado estão os vândalos e vagabundos nessa história:

Nota da Congregação da FFLCH

A Congregação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, reunida em sessão extraordinária, no dia 31 de outubro de 2011, na sala 8, do Conjunto de Filosofia e Ciências Sociais, à vista da gravidade dos acontecimentos que resultaram na ocupação do prédio da Administração, vem declarar sua disposição para o encaminhamento de soluções mediante negociação com as partes envolvidas no conflito.

A Congregação reconhece que os termos do convênio firmado entre a USP e a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo são vagos, imprecisos e não preenchem as expectativas da comunidade uspiana por segurança adequada. Reconhece igualmente que a intervenção da Polícia Militar extrapolou os propósitos originalmente concebidos com o convênio.

Como é tradicional em suas manifestações, a Congregação repudia com veemência o recurso a todas as formas de violência. É oportuno lembrar que a intervenção da PM ocorreu em um espaço social sensível à presença de forças coercitivas, face ao histórico, ainda recente na memória coletiva da comunidade acadêmica, de intervenções policiais violentas durante a ditadura militar.

As reações de alunos, embora previsíveis, não teriam tido o desdobramento que tiveram caso houvesse prevalecido o bom entendimento entre as partes envolvidas, sem apelo à violência. A Congregação envidará todos seus esforços para desarmar o conflito e conduzir seu desfecho à mesa de negociações.

Para tanto, se propõe a realizar gestões junto à superior administração visando reavaliação do protocolo entre a USP e a Secretaria de Segurança Pública do Estado de S. Paulo. É preciso que haja clareza quanto aos exatos fins e alcance da política de segurança nos campi. Uma moderna política de segurança pública prescinde da criminalização de comportamentos.

Nessa medida, a Congregação acolhe as sugestões dos alunos relativas a medidas que podem contribuir para o aperfeiçoamento da segurança na USP, entre as quais: melhoria da iluminação, aumento da frequência de ônibus de linha e circulares, guarda universitária, constituída por funcionários de carreira, desempenhando preferencialmente funções preventivas e com formação compatível com direitos humanos, criação de um corpo de guardas femininas, capacitadas para o atendimento de vítimas de assédio sexual e estupro.

A Congregação da FFLCH também se compromete a desencadear discussão ampla e aberta a toda a comunidade acadêmica para a formulação e execução de política interna de prevenção de drogas. Com o propósito de reduzir oportunidades de conflitos com desfechos violentos, igualmente se compromete a promover estudos que fundamentem proposta ao Conselho Universitário de revisão e modernização dos regulamentos que disciplinam processos administrativos movidos contra estudantes.

A Congregação reconhece que as discussões e debates a respeito da estrutura de poder na USP tem caráter de urgência e não podem mais ser postergadas sob quaisquer razões ou pretextos. Por fim, convém destacar que a Diretora da FFLCH da USP esteve presente no momento dos acontecimentos e fez a negociação visando a proteção dos direitos dos três alunos envolvidos, acompanhando‐os à Delegacia de Polícia. Além disso, garantiu que não teriam nenhum tipo de punição. Portanto, não é verdadeira a afirmação veiculada na comunidade de que a Diretora apoiou a ação da PM. Nesse sentido, a Congregação manifesta‐se pelo desagravo à injusta acusação que lhe foi imputada em documentos de circulação pública.


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domingo, 18 de setembro de 2011

O PIG NOVAMENTE. É A VEZ DA "ISTOÉ"





Da Direção Nacional do MST

A revista IstoÉ publica na capa da edição desta semana um boné do MST bem velho e surrado, sob terras forradas de pedregulhos.

Decreta na capa “O fim do MST”, que teria perdido a base de trabalhadores rurais e apoio da sociedade.

Premissa errada, abordagem errada e conclusões erradas.

A mentira

A IstoÉ informa a seus leitores que há 3.579 famílias acampadas no Brasil, das quais somente 1.204 seriam do MST.

A revista mente ou equivoca-se fragorosamente. E a partir disso dá uma capa de revista.

Segundo a revista, o número de acampamentos do MST caiu nos últimos 10 anos. E teria chegado a apenas 1.204 famílias acampadas, em nove acampamentos em todo o país.

Temos atualmente mais de 60 mil famílias acampadas em 24 estados.
Levantamento do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) aponta que há 156 mil famílias acampadas no país, somando todos os movimentos que lutam pela democratização da terra.

A revista tentou dar um tom de credibilidade com as visitas a uma região do Rio Grande do Sul, onde nasceu o Movimento, e ao Pontal do Paranapanema, em São Paulo.
Se contassem apenas os acampados nessas duas regiões, chegariam a um número bem maior do que divulgou.

A reportagem poderia também ter ido à Bahia, por exemplo, onde há mais de 20 mil famílias acampadas que organizamos.

O repórter teve oportunidade de receber esses esclarecimentos e até a lista de acampamentos pelo país.

Mas não quis ou não fez questão, porque se negou a mandar as perguntas por e-mail para o nosso setor de comunicação.

Outra forma seria perguntar para o Incra ou pesquisar no cadastro do Núcleo de Estudos, Pesquisas e Projetos de Reforma Agrária da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp).

Tampouco isso a IstoÉ fez.

Se foi um erro, além de incompetente, a direção da IstoÉ é irresponsável ao amplificá-lo na capa da revista.

Se não foi um erro, há mais mistérios entre o céu e a Terra do que supõe a nossa vã filosofia, como escreveu William Shakespeare.

O desvio

A IstoÉ se notabilizou nos últimos tempos nos meios jornalísticos como uma revista venal. A revista é do tipo “pagou, levou”. Tanto é que tem o apelido de "QuantoÉ".
Governos, empresas, partidos, entidades de classe, igrejas (vejam a capa da semana anterior) compram matérias e capas da revista. E pagam por quilo, pelo “peso” da matéria.

A matéria da IstoÉ não é fruto de um trabalho jornalístico, mas de interesses de setores que são contra os movimentos sociais e a Reforma Agrária.
Não é de se impressionar uma vez que a revista abandonou qualquer compromisso com jornalismo sério com credibilidade, virando um “ativo” para especuladores.
Nelson Tanure e Daniel Dantas, do Grupo Opportunity, banqueiro marcado por casos de corrupção, disputaram a compra da revista em 2007.
Com o que esses tipos têm compromisso? Com o dinheiro deles.

Reação do latifúndio

A matéria é uma reação à nossa jornada de lutas de agosto.
Foram mobilizados mais de 50 mil trabalhadores rurais, em 20 estados.
Um acampamento em Brasília, com 4 mil trabalhadores rurais, fez mobilizações durante uma semana e ocupou o Ministério da Fazenda para cobrar medidas para avançar a Reforma Agrária.

A jornada foi vitoriosa e demonstrou a representatividade social e a solidez das nossas reivindicações na luta pela Reforma Agrária.

O governo dobrou o orçamento para a desapropriação de terras para assentar 20 mil famílias até o final do ano, liberou o orçamento para cursos para trabalhadores Sem Terra, anunciou a criação de um programa de alfabetização e a criação de um programa de agroindústrias.

Interesses foram contrariados e se articularam para atacar o nosso Movimento e a Reforma Agrária. Para isso, usam a imprensa venal para alcançar seus objetivos.
Os resultados da jornada e a reação do latifúndio do agronegócio, por meio de uma revista, apenas confirmam que o MST é forte e representa uma resistência à transformação do Brasil numa plataforma transnacional de produção de matéria-prima para exportação e à contaminação das lavouras brasileiras pela utilização excessiva de agrotóxicos.

A luta vai continuar até a realização da Reforma Agrária e a consolidação de um novo modelo agrícola, baseado em pequenas e médias propriedades, no desenvolvimento do meio rural, na produção de alimentos para o povo brasileiro sem agrotóxicos por meio da agroecologia.



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segunda-feira, 2 de maio de 2011

VÍDEO PEDAGÓGICO: DE QUE LADO CADA UM SAMBA

Nunca é demais relembrar o passado para termos a real noção de que lado as pessoas estão. O vídeo abaixo mostra Boçalnaro (Aquele mesmo que discrimina negros e homossexuais) apoiando o tucanato na última eleição presidencial.



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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A MENTIRA E SUAS PERNAS CURTAS




É incrível, prezado(a) leitor(a), mas a tucanagem não tem limites. Depois de mais uma derrota na eleição presidencial do ano passado, os "doutores" neoliberais da "social democracia" tupiniquim retornam à baixaria iniciada no período eleitoral e reativam, hoje, o site "Gente que mente" (a informação é da liderança tucana no senado). Seria uma homenagem a eles mesmos? Não. O site tem por finalidade acusar o atual governo e os oito anos de Lula de mentirosos.

Lá é possível se verificar algumas pérolas como a fixação dos "doutores" nessa coisa chamada currículo ou formação acadêmica. Alguns vídeos, dentre outros, mostram Mercadante e Dilma em programas de tv afirmando, segundo o site, mentiras sobre as suas formações profissionais. É hilário ver que essa "tchurma" tão capacitada, com tantos papéis pendurados na parede e com inúmeros canudos em gavetas parou no tempo. Eles ainda vivem na época em que ser doutor era fundamental para alguma coisa. Vivemos o avesso disso (vide a eleição e reeleição de Lula e como o país melhorou sob o comando de um torneiro mecânico de formação). É mais hilário ainda ver FHC com toda a sua vaidade inconformado com essa situação. Logo ele, um "doutor sociólogo" foi colocado à margem da história por um semianalfabeto (termo utilizado pelos engravatados que o cercam ao se referirem a Lula).

Mas o pior ainda está por vir. O patético site foi ao ar pela primeira vez no ano de 2009 e desde sempre com o mesmo perfil mas, à época, a informação oficial daquele espaço virtual e dos tucanos era de que não havia qualquer vínculo com o PSDB tratando-se apenas de um grupo de "simpatizantes da legenda".

 Essa gente é a que mente!

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